Reflexions

THEORY VERSUS SCIENCE. DO YOU KNOW THE DIFFERENCE? | TEORIA VERSUS CIÊNCIA. VOCÊ SABE QUAL É A DIFERENÇA?

Through controlled experiments (scientific method) biologists and other scientists research the natural world, making observations, raising hypotheses and pointing out answers. As there are phenomena in life and nature that were perfectly made by God. For instance – whenever two hydrogen atoms are joined with one of oxygen, there is a water molecule. THIS IS SCIENCE! As whenever this procedure is repeated under the appropriate ambient conditions, temperature and pressure (25 ° C; 1 atm) there will be the same result – water.

However, the term “science” is usually used to name other disciplines that are not equivalent to natural or exact sciences, such as social sciences. But would this mean that such area of knowledge produces a sort of absolute truth or precise study? THE ANSWER IS NO!

Clearly social science studies follow methods, guidelines and seek to research and formulate serious studies, but this knowledge is not objective, as most people think, besides, these studies are not impartial, since those scholars are unable, no matter how hard they try, to put their convictions and values aside. Putting in other words, the formulation of such researches, studies or theories are not dissociated from author’s convictions and opinions.

Let’s focus on the endless theories’ creation, like Big Bang Theory and Darwin’s theory of evolution, taught at school not as theories (although the term “theory” is not put aside), but as knowledge equivalent to the natural and exact sciences, without explaining to students, for example, that Darwin’s theory of evolution, based on the idea that man kind is linked to monkeys without have no way to be proved as what would come to be known as “missing links” WERE NEVER FOUND!

Darwinist’s tend to find themselves more rational and enlightened than creationists, without realizing that much more faith is needed to believe we came from monkeys than actually believing we came from God’s heart.
The most recent discrepancy, among the inventions of theories, is the so-called “gender ideology” or “gender performativity”, that disregards biological matters to justify behaviors, conflicts and distortions of identity.
It is clear that we can be influenced by local culture and the environment we are in, but such things are not a final word in our lives, which means they have no power to define us.

Judith Butler who is considered the “mother” of “gender ideology” or “gender performativity” theory, reduces all human complexity to matter(materiality – body). Taking a part of us (body) as our whole being.
Butler created a confusing theory, without any scientific basis, and in her two published books (Gender Trouble: feminism and the subversion of identity and Bodies that Matter: on the discursive limits of sex), her theory was deconstructed by other scholars based on the inconsistencies and contradictions found on her theory. In response to that, Butler no longer writes about that matter, as according to her, what she writes is actually helping those who diverge of her to actually deconstructed her theories. Now, Butler is focused on war matters related to the conflict in Palestinian, “working” against her own people (the Jews in Israel).
Having said that, we end up with the following question: why do we choose to listen, endorse and accept limited knowledge formulated by men, instead of accessing unlimited, superior and true knowledge found in the God’s Word? THINK ABOUT IT!

***

Por meio de experimentos controlados (método científico) biólogos e outros cientistas pesquisam o mundo natural, fazendo observações, levantando hipóteses e apontando respostas. Como existem fenômenos na vida e na natureza que foram feitos com perfeição por Deus. Por exemplo: sempre que se unem dois átomos de hidrogênio com um de oxigênio, tem-se uma molécula d’água. ISTO É CIÊNCIA! Pois, sempre que este procedimento for repetido nas condições ambientes, temperatura e pressão adequadas (25 °C; 1 atm) haverá o mesmo resultado: água.

Contudo, usa-se o termo “ciência” para nomear outras disciplinas e áreas do saber que não são equivalentes às ciências naturais ou exatas. Como é o caso das ciências sociais e ciências humanas. Mas isto nos permitiria afirmar que tais áreas do saber são produtoras de verdades absolutas ou estudos objetivos? A RESPOSTA É NÃO!
É claro que tais áreas do saber seguem métodos, diretrizes e buscam realizar pesquisas e formular estudos sérios, mas este conhecimento não é objetivo, como se pretende ou pensa, além do mais, tais pesquisas não são imparciais, uma vez que o pesquisador não consegue, por mais que tente, se desvencilhar de seus valores e intenções. Ou seja, a formulação de tais pesquisas, estudos ou teorias são cheios de intencionalidades do autor.

Foquemos na produção incessante de teorias, como a teoria do Big Bang e a teoria Darwinista, que são ensinadas na escola não como teorias (embora não se oculte o termo “teoria”), mas sim como conhecimentos equivalentes às ciências naturais e exatas, sem se explicar, por exemplo, que a teoria da evolução, fundamentada na ideia de um suposto “ELO PERDIDO” entre o homem e o macaco NUNCA TEVE RASTRO deste “ser intermediário”.
Adeptos do Darwinismo costumam se achar mais racionais e esclarecidos do que aqueles que creem na teoria criacionista, sem se dar conta de que é necessária muito mais fé para se crer na teoria do homem ter vindo do macaco, do que ser resultado dos sonhos e das mãos de Deus.

A discrepância mais recente, dentre as invenções de teoria, está a chamada “ideologia de gênero” ou “performatividade de gênero”, que despreza questões biológicas para justificar comportamentos, conflitos e distorções de identidade.

É claro que nós podemos e somos influenciados pelo contexto sociocultural em que somos criados e estamos inseridos, mas tais coisas não são determinantes, ou seja, elas não são sentenças contra nós, e, portanto, não têm o poder de nos definir.

Judith Butler considerada a “mãe” da teoria da performatividade de gênero, reduz toda complexidade do ser à matéria, ou seja, ao corpo. Elevando esta que é apenas uma esfera do ser (material) à totalidade do mesmo. Butler criou uma teoria confusa, sem qualquer fundamento científico e, em seus dois livros publicados (Gender Trouble: feminism and the subversion of identity e Bodies that Matter: on the discursive limits of sex), teve sua teoria desconstruída por outros estudiosos a partir das próprias incoerências e contradições de sua teoria. Diante disso, a autora “abandonou” o tema, pois segundo ela, sua teoria teria servido de fomento para que outros estudiosos desconstruíssem suas invenções teóricas. Agora, Butler foca seus esforços em questões de guerra relacionadas ao conflito da Palestina, “legislando” contra o seu próprio povo (os judeus em Israel).
Exposto isso, fica a reflexão: porque escolhemos ouvir, validar e acatar o saber limitado formulado por homens, quando temos acesso ao conhecimento ilimitado, superior e verdadeiro encontrado na Palavra de Deus? REFLITA!

#longingformore #blogging #writing #Instagram #life #faith #God #thoughts #poetry #rational #natural #nature #gender #matter #theory #teoria #ciencia #science

Gratuated in History by PUC-SP (2009), postgratuate in Corporate Affairs (2010) and MBA in Marketing by FGV-SP (2016) and a master degree in History by PUC-SP (expected to 2021). More than 12 years of experience in Corporate Affairs playing different roles in big and global companies. Writer of the blog Longing for more since 2017. *** Possui graduação em História pela PUC –SP (2009), pós-graduação em Comunicação Corporativa (2010) e MBA em Marketing pela FGV-SP (2016) e é mestrando em História pela PUC –SP (2021). Atuou por 12 anos em comunicação corporativa e marketing em grandes empresas e multinacionais de diferentes segmentos. Escritora do blog Longing for More desde 2017.